terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Exagerada.

Quem me conhece bem, sabe da minha soberba, e que eu me acho muito mais madura e bem resolvida do que realmente sou. Decidida também, diga-se de passagem. Mas vejo que preciso viver muito mais experiências para chegar ao estágio de conseguir controlar minha ansiedade, e conviver em paz com o incerto. Não que eu corra desenfreadamente atrás de certezas (também gosto do mistério), mas é que quando tenho algo para resolver / escolher, eu faço disto um dilema – como diria Dinho Ouro Preto.
Vou dizer o porquê decidi dividir esta constatação (que, aliás, eu já sei faz tempo): semana passada eu estava atormentada com umas coisas realmente importantes que tinha para conciliar (e escolher entre elas, o que é mais difícil). Mas nem tudo dependia de mim, eu precisava de respostas alheias, acontecimentos, para só depois resolver. Quase pirei. E aí hoje estava lendo um texto que eu havia iniciado para falar sobre o assunto (o qual não terminei, e nem vou terminar), que dizia assim: “Enquanto a chuva cai, e a brisa do sono bate... no dia que segue um dia de cachaça e uma noite mal dormida... minha mente se desespera na busca de algo que a organize!” Nossa... Que drama! Kkkkkk. Agora, com a mente livre daquela perturbação estou rindo de mim, vendo como eu exagero em tudo na vida.
Ah! Com o regime está tudo bem, tudo bem, tu-do-beeem...

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